Por que sou obsessivo? Obsessão é ruim? 

O que eu gosto sobre diferentes pontos de vista é que eles me trazem novas perspectivas e novas perspectivas trazem novos aprendizados e/ou reflexões. Hoje ao acordar me lembrei de uma conversa que tive sobre metas e objetivos audaciosos, que através da minha experiência entendo que metas audaciosas atraem pessoas incríveis que gostam de grandes desafios. Em certo momento no debate sobre o tema pensei: Estou sendo muito obsessivo? Respondi para mim mesmo: Na verdade eu sou muito obsessivo… e ai refleti sobre pessoas obsessivas e seus resultados.

Antes de dar exemplos da vida real, lembrei de um dos meus filmes favoritos Jerry Maguire, um empresário/agente esportivo
“obsessivo” que trabalhava em uma das maiores empresas nos EUA e por descordar do modelo de trabalho da companhia, fez um desabafo que lhe causou seu emprunnamed-4ego. Eu assistia o filme pela primeira vez e quando ele perdeu o emprego, imaginei que perderia sua obsessão… engano meu… ele foi em frente com seu sonho e superou desafios enormes para ser bem sucedido, desafios que 99% das pessoas teriam se rendido, mas por sua obsessão e claro paixão por aquela profissão, ele seguiu em frente e realizou seus objetivos. Não vou contar todo o filme, mas sugiro que você meu caro leitor assista.

Na vida real posso citar diversos exemplos, mas escolhi 2 atletas com histórias super atuais para sua reflexão. Em 2014 no futebol o jogador eleito o melhor do mundo, foi Cristiano Ronaldo. Quando subiu ao palco para receber sua taça, ele sorriu, curtiu o momento e disse: “não vou perder o sono, mas em 2015 pretendo alcançar o Messi” (Messi possui 4 títulos e Ronaldo 3). O que faz Ronaldo ter este objetivo não é o dinheiro que ele irá receber, mas sim sua obsessão em ser o melhor naquilo que ama e faz todos os dias. Outro exemplo é o nosso surfista campeão do mundo Gabriel Medina. Após o seu título, um amigo contou uma história sobre uma conversa entre eles há alguns anos sobre “o mundo vai acabar”. Gabriel olhou para o amigo e disse: “o mundo não pode acabar antes que eu conquiste o título de melhor do mundo”. O que fez Gabriel ser o melhor do mundo não foi o mar ou o canto dos pássaros, foi sua obsessão pelo que ama e faz todos os dias, que o fez trabalhar duro e focar no seu objetivo.

Pessoal, quando falamos sobre atletas, cantores, artistas…fica mais fácil entender a obsessão, mas a verdade é que esta palavra serve para qualquer profissional que ama o que faz e objetiva ser o melhor naquilo.
Em Agosto de 2013, eu disse ao nosso time da HandsOn.TV, que gostaria de fazer a maior competição de #startup do mundo, aqui cito João e Bruno que viveram de perto esta vontade. No início de 2014, o Bruno junto com a Camila e a Julia, viveram comigo a realização do PitchIt, competição de #startups que realizamos no Vale do Silício e que deu origem a LeWeb Startup Tour que se tornou a maior competição de Startups do Mundo.

Além de todos os desafios, para apresentar o evento e fazer a seleção e mentoria das startups tive que ter muita coragem e bater de frente com pessoas que 99% das pessoas nao teria a ousadia ou melhor nao teriam a obsessão suficiente para em ir busca do seu objetivo.
Me orgulho em dizer que sou sim obsessivo pelo que amo e faço e pelos meus objetivos e não fico feliz com resultados medíocres.
Se você é obsessivo pelo que faz e tem ouvido que precisa tirar o pé, eu digo para você, acelera!!!

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Fui turma! #HandsOn :)