Já se passaram 10 dias desde que desembarcamos aqui em Berlim. A cidade nos recebeu de braços abertos e, no último dia 5 de setembro, realizamos a primeira edição do nosso Startup Tour, competição de Startups que neste ano passará por 8 países na Europa e terá sua final em Paris.

Mas minha reflexão neste texto é sobre a querida Berlim. Ela protagonizou um dos fatos mais importantes da história do mundo: viveu uma ideologia utópica chamada “Comunismo” e, da mesma forma, protagonizou sua queda, com forte influencia e liderança do lendário líder Global, Mikhail Gorbachev. A emblemática queda do Muro de Berlim trouxe nova vida não só aos milhões de Alemães, mas à Russia, terra de Mikhail.

Hoje, Berlim recebe o mundo de braços abertos, sem nenhum muro ideológico ou cultural.  Eu, Mari e Rodriguinho

Rodrigo Barros

RB

somos testemunhas disso. Desde a presença de restaurantes Italianos, Indianos, Japoneses, até no futebol – com uma bolha inflável vinda da Finlândia, somos impactados de forma positiva a todo momento. As centenas de bicicletas que circulam nas ruas, os carrinhos de bebês empurrados por mães e pais nos arredores da cidade, pessoas comprando ao longo do dia, bares espalhados por toda parte, com cervejas de todos os tipos.

O Deutsche Bank, no bairro Mitte, é o banco do futuro (a Mari trocou a fralda do Rodriguinho dentro do banco), onde podemos encontrar uma cafeteria super bacana, tablets da Apple espalhados no espaço para uso público e uma mini feira com artesanatos e quadros para venda.

No quesito empreendedorismo, Berlim também é um centro de convergência na Europa, acolhendo projetos de todo o mundo, de forma dinâmica, com diversos espaços de co-working super legais, várias aceleradoras, incubadoras e também grandes corporações com projetos inovadores.  É o caso da Microsoft, com sua cafeteria aberta ao público e seus produtos expostos para uso gratuito e, claro, testes dos usuários finais, uma super forma de aprender.

Esses são exemplos que demonstram a vanguarda desta cidade. Podemos respirar pelas ruas sua história sofrida e ao mesmo tempo libertadora. Ao conversar com os Berlinenses, percebemos uma gratidão pela vida que nos enche de alegria e esperança.

É pessoal, durante esses 10 dias posso dizer que aumentei meu amor e gratidão pela vida. Percebo cada vez mais que o certo e o errado dependem de perspectivas e que devemos aprender a respeitar o diferente. Percebo a importância de sermos protagonistas das nossas vidas e de aprendermos a respeitar não só a nossa cultura, mas todas as culturas. Respeitar o Ser Humano, as diferentes histórias, os diferentes sentimentos, as diferentes visões de mundo.


Minha conclusão é que devemos respeitar a VIDA e ter GRATIDÃO pela capacidade enorme que temos de evoluir.

SEJA VOCÊ O PROTAGONISTA DA SUA VIDA, E SEJA FELIZ!

Rodrigo Barros — RB