Campus Party

Eu nunca fui à Campus Party. Por isso, fiquei muito curiosa para saber como seria essa experiência. Por mais que já tivesse visto pela televisão, não sabia o que iria encontrar.

A Campus Party tinha uma infinidade de coisas para ver. Boa parte delas eram muito coloridas e, por isso, poderia ser difícil escolher para onde direcionar o seu olhar.

Absolutamente tudo na feira chama a sua atenção, inclusive a felicidade que estampa o rosto de todo mundo que está naquele local. Seja testando os jogos, seja observando as inovações, todos parecem felizes.

E se alguém tem dúvida do poder das cores, saiba que tudo o que existia de opaco na Campus Party precisou se destacar de outras formas para chamar atenção.

Minha parte preferida

Falei muito sobre cores, mas isso facilmente se explica. Nada chamou a minha atenção do que a competição de CaseMod. Basicamente é uma competição para a modificação e estilização de computadores.

Eu vi todas as formas de computadores. Posso citar como exemplo a Malévola, Mário, Chaves e Chappolin – que inclusive contava com exibições dos episódios em uma pequena tela.

Foto: Lino Xavier

Essa área se estende por uma série de fileiras, cada uma mais incrível e com mais e mais cores fluorescentes. Porém, apesar de eu bater repetidamente na tecla das cores, isso não é o mais importante.

Além do fato de que essas peças são verdadeiras obras de arte, há toda a técnica envolvida. É impressionante a capacidade de criação dos responsáveis por esses computadores.

O valor gasto em uma dessas máquinas pode chegar a R$70 mil.

Nossa missão na Campus Party

Nós fomos para a Campus Party para que a Talita Lombardi entrevistasse o Adam Levine, criador do Waze. A entrevista não deu certo no dia, porém ela já foi filmada.

Ou seja, em breve, você poderá assistir à entrevista com o Adam Levine no Menina Executiva Show.

Thaís Dias

Diferentão Cultural