Assistentes virtuais foram criados com o objetivo de facilitar a vida humana. Porém, eles podem fazer ainda mais do que isso: dar independência a idosos e pessoas com deficiência.

Ou seja, se você acha que os assistentes virtuais e smartwatches só servem para tocar música e organizar sua agenda, você está enganado. Eles podem permitir que pessoas que precisam de cuidados tenham o direito de ser mais livres.

Porém continua sendo importante manter os cuidados e a atenção que da qual as pessoas necessitam.

Assistentes Virtuais

No caso dos assistentes virtuais seus estímulos podem ser muitos. A Amazon Alexa, por exemplo, pode controlar toda a casa por meio de comandos de voz.

Além disso, eles são capazes de controlar os horários para os quais são programados. Portanto, eles podem lembrar a idosos, por exemplo, os horários de todos os remédios.

E, diferente de outros dispositivos, os assistente virtuais são capazes de falar. Permitindo que até mesmo pessoas que têm dificuldade para lidar com tecnologia usem-os.

Ou seja, ele pode avisar os horários e dizer ainda qual é o remédio correto. Sem que o usuário precise ficar checando o dispositivo o tempo todo.

O fato de que o assistente pode ser ativado por voz permite que o usuário conclua atividades do dia a dia sem precisar de esforços.

O jornal inglês The Guardian contou a história de um homem chamado Scott Walker. Ele tem paralisia cerebral e usa a luz da televisão para se locomover enquanto vai pra cama.

Antigamente, ele dormia com a televisão ligada por não conseguir desligá-la. Com o uso da Alexa ele não precisou mais enfrentar essa situação.

Smartwatch para idosos

O uso do smartwatch por idosos é vantajoso, pois alguns deles já possuem um botão de emergência. Como o nome já diz esse é um botão que serve para socorrê-los em caso de perigo.

Um caso que foi para na mídia recentemente foi o de um senhor norueguês. Toralv Østvang, de 67 anos, caiu no banheiro, feriu a cabeça e desmaiou.

O smartwatch percebeu que ele ficou um minuto sem se movimentar e entrou em contato com a polícia.

Fontes 1 e 2

Thaís Dias

Diferentão Cultural