Todos os anos, os brasileiros sofrem com o problema da dengue. A doença, transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, não tem vacina. Porém, o instituto Butantan desenvolveu muitas pequisas. Agora, a tecnologia brasileira possibilitará vacina contra dengue.

O mosquito é mais perigoso durante o verão. Para evitá-lo é preciso não deixar água parada. Além disso, é importante manter a organização, pois a quantidade de água parada pode ser muito pouca e, assim, pode ser difícil de ver.

Acordo com os EUA

O Instituto Butantan firmou um acordo com a empresa americana Merck Sharp and Dhome. O contrato prevê que o Instituto enviará conhecimento tecnológico para que a empresa farmacêutica desenvolva uma vacina.

Esse antivírus deve ser comercializado no exterior. A troca de informações possibilitará que a luta contra a dengue avance muito. A ideia é que a vacina seja efetiva para os quatro tipos de dengue.

O acordo foi o maior da indústria farmacêutica do Brasil e teve pagamento inicial de 25 milhões de dólares.

A perspectiva é de que o Instituto Butantan receba até 101 milhões de dólares. Esse pagamento será feito pelo desenvolvimento e comercialização da vacina, além de royalties sobre vendas.

Como está a campanha brasileira?

Para o desenvolvimento da vacina contra a Dengue, o Instituto Butantan teve apoio do BNDES. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social forneceu 120 milhões de reais não reembolsáveis.

Segundo o BNDES essa é a primeira vez que um financiamento não reembolsável tem retorno dos recursos aplicáveis.

A vacina já foi produzida até o estágio 3. Ou seja, ela está pronta para os testes em humanos. Esse é o último estágio antes do registro da vacina.

Além disso, o Instituto desenvolveu um processo de liofilização que é inovador. Por meio desse processo é possível transformar a vacina em pó. Dessa forma, ela só é restituída na hora da aplicação.

Isso permite a redução de custos de armazenamento, além de facilitar o transporte. Outro ponto crucial é o fato de que é mais fácil levá-la para outras cidades.

Fontes 1 e 2

Thaís Dias

Diferentão Cultural