A Forbes revelou quais são as 10 mulheres mais poderosas de 2018. A mulher que ficou em primeiro lugar, foi a chanceler alemã Angela Merkel. Ela ocupa essa posição pelo oitavo ano consecutivo.

As 10 mulheres mais poderosas de 2018

1 – Angela Merkel

Por mais que ela já tenha anunciado que não concorrerá em 2021 e pareça ter perdido um pouco do apoio político, Merkel é líder da maior economia da Europa. A revista destaca que pode-se esperar que ela governe de forma a deixar o seu legado. O fato de não concorrer mais permite que a chanceler trabalhe sem se preocupar em agradar eleitores.

2 – Theresa May

A Primeira Ministra do Reino Unido assumiu o cargo com a missão de formalizar a saída da União Européia. Nos últimos anos, ela se envolveu em negociações para que essa mudança fosse feita da melhor maneira possível.

Em meio a tudo isso, ela também precisou enfrentar protestos pela Europa. Inclusive, a falta de apoio dos próprios colegas de partido.

3 – Christine Lagarde

Diretora do Fundo Monetário Internacional – FMI – ela foi uma força na luta pela redução dos conflitos comerciais globais. Um dos seus argumentos foi o fato de que uma guerra do comércio global não pode ter nenhum vencedor.

4 – Mary Barra

CEO da General Motors. Desde que ela assumiu o trabalho, em 2014, a GM juntou um lucro acumulado de US$ 21,5 bilhões. Isso permitiu a realização de dispendiosos investimentos em eletrificação de veículos e tecnologia autônoma.

5 – Abigail Johnson

CEO da Fidelity Investments (FMR).  Com US$ 2,1 trilhões sob gestão e US$ 5,6 trilhões sob administração, a Fidelity é a quarta maior administradora de ativos do mundo e a norte-americana.

Abigail trabalha  na empresa desde 1988 e foi responsável pela proteção da participação no mercado.

6 – Melinda Gates

Em parceria com seu marido, Bill Gates, fundou a Fundação Bill e Melinda Gates. Por meio da Fundação foi criada a empresa de biotecnologia sem fins lucrativos em Boston, com um orçamento de US$ 100 milhões. O Instituto de Pesquisa Médica Bill & Melinda Gates, tem como objetivo o desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas para malária, tuberculose e diarreia.

7 – Susan Wojcicki

A CEO do YouTube já afirmou que uma chave para melhorar a diversidade é promover grupos liderados por funcionários dentro de uma organização. Por exemplo, um grupo liderado por mulheres, que tenha a certeza do apoio da empresa.

8 – Ana Botin

Recentemente, a presidente do grupo Santander lançou o Santander X. Essa iniciativa tem o objetivo de apoiar o empreendedorismo universitário. Além disso,  ajudou a criar uma das primeiras plataformas de Blockchain.

9 – Marillyn Hewson

A CEO da Lockheed Martin assumiu o cargo em 2013. Desde então as ações da empresa chegaram ao seu mais alto nível. Isso aconteceu por causa da sua estratégia de recompensar os acionistas, melhorar as relações com os clientes e investir em novas oportunidades.

10 – Ginni Rometty

CEO da IBM resolveu que a empresa deveria comprar a Red Hat por US$ 33,4 bilhões. Isso causou uma grande mudança na indústria de computação em nuvem.

Fontes 1 e

Thaís Dias

Diferentão Cultural