Inteligência Artificial

O “Observatório Italiano de Inteligência Artificial”, em parceria com o Instituto HER – Relações de Ecossistemas Humanos – publicou um estudo. De acordo com essa pesquisa, metade dos italianos são indiferentes com relação à inteligência artificial.

Para obter esses dados, foram coletados materiais de três fontes: facebook, instagram e twitter. Os resultados foram obtidos em um período de 30 dias. Foram analisados milhares de comentários, posts e conversas .

Esse processo tinha por objetivo analisar as palavras utilizadas e, dessa forma, definir quais as funções delas. Seriam essas palavras usadas de forma positiva, negativa ou neutra?

Aparentemente, para os italianos o assunto ainda não é tão importante. Por mais que a inteligência artificial faça, cada vez mais, parte das nossas vidas, ela nem sempre é tão percebida pela população.

Resultados da Pesquisa

O comportamento dos italianos demonstrou que:

  • 53,10% são indiferentes com relação à inteligência artificial;
  • 43,41% ficam felizes por causa desses avanços tecnológicos;
  • 3,48% são críticos.

Ou seja, o resultado é bem equilibrado entre os indiferentes e os que apoiam as evoluções.

Dentre os termos que são mais pesquisados sobre inteligência artificial podemos citar:

  • cloud – nuvem, que é um espaço para armazenamento de dados na rede;
  • big data – termo usado para se referir a conjuntos de dados que são muito grandes ou complexos para o software tradicional de processamento de dados;
  • Iot – internet das coisas, rede de dispositivos que permite que as coisas se conectem e façam troca de dados.

Será falta de costume?

De acordo com o estudo Samsung Blurred World, Espanha e Itália são os países europeus com maior jornada de trabalho.

O estudo mostrou que os trabalhadores da maioria dos países da Europa acreditam que a inteligência artificial e telefones móveis ajudaram a diminuir a jornada de trabalho. Por isso, as operadoras de telefone estão em busca de uma forma de aprimorar a tecnologia 5G.

Entretanto, na Itália, 47% dos trabalhadores continuam entrando no trabalho às 8  e saindo depois das 18. Pode ser que isso influencie a falta de interesse. Quem sabe?

Fontes 1 e 2

Thaís Dias