A China sempre surge com novidades tecnológicas. A última inovação do país foi a apresentação de dois âncoras não humanos.

Os dois  podem ler as notícias diárias por meio de inteligência artificial. O projeto foi criado por uma rede de notícias estatal chinesa, a Xinhua.

Segundo a própria rede de notícias, a vantagem dos âncoras não humanos é o fato de que eles podem trabalhar 24hrs por dia. Dessa forma, além de serem usados em notícias urgentes, eles permitirão que a empresa economize gastos com funcionários.

Como o âncoras não humanos funcionam?

A aparências de dois jornalistas reais, que trabalham na agência, foi usada como modelo. Essa foi a origem da criação em 3D que dá forma aos âncoras não humanos.

A Inteligência Artificial é usada para que eles possam falar. Os dois falam em inglês e em chinês.

O problema é que o âncora não humano não parece ser uma pessoa real. Por mais que a tecnologia esteja muito avançada, é possível perceber que a movimentação da boca não é natural.

Além disso, pelo vídeo é possível perceber que falta linguagem corporal e expressões faciais. Coisas que são tão inatas do ser humano.

Será que o público aceitará bem essa nova tecnologia?

O Japão tem um robô âncora

No Japão, a robô Érica já está no ar desde abril. Ela havia sido apresentada como nova âncora em fevereiro de 2018.

Ela é uma androide com o sistema de fala mais avançado do mundo. Sua função no jornal é ler as notícias que são criadas pelos jornalistas e interagir com o colega de bancada – que é humano.

Erica foi lançada mesmo se conseguir mover os braços e as pernas. Ela é capaz de localizar pessoas e entender quem é o falante. Além disso, seu criador, afirma que ela tem uma espécie de “alma própria”.

Erica foi desenvolvida em 2014 e  desde a sua primeira aparição ela é notícia. Inclusive, ela deu uma entrevista para o “The Guardian”. Nessa ocasião, Erica disse que gostaria de ser “mais humana”.

Fontes: 1 e 2

Thaís Dias

Diferentão Cultural