A partir do início de 2019, a nova primeira economista-chefe do FMI assumirá o seu posto. Essa é a primeira vez que uma mulher assume o cargo.

A mulher em questão é a indiana Gita Gopinath. Ela tem 46 anos e é doutora em economia pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos. Atua na área acadêmica como professora de Estudos Internacionais e Economia na Universidade de Harvard.

Ela substituirá  Maurice Obstfeld, que está no cargo desde o ano de 2015. Sua função será a de dirigir o Departamento de Pesquisa do FMI. Portanto, ela se torna uma das pessoas mais importantes a trabalho do Fundo.

Ela deverá coordenar relatórios de previsões globais. Os relatórios, que são referência nos mercados do mundo inteiro e nos governos, devem ser publicados semestralmente.

O anúncio foi feito pela diretora-chefe do Fundo, Christine Lagarde. Em seu comunicado, ela se disse muito feliz com a nomeação. Afirmou ainda que Gita é uma das economistas de “maior destaque no mundo” e com “um histórico comprovado de liderança intelectual, e vasta experiência internacional.”

O que é e para que serve o FMI?

O FMI é o Fundo Monetário Internacional – em inglês International Monetary Fund – IMF. Criado em 1944, na Conferência de Bretton Woods, nos Estados Unidos, o FMI é aceito por 189 países.

A função do FMI é cuidar do sistema monetário internacional. Portanto, cabe ao Fundo a fiscalização das taxas de câmbio, a promoção de ações que beneficiem o livre mercado e a concessão de empréstimos para evitar o desequilíbrio das balanças de pagamentos.

Para que isso funcione, cada país contribui com uma cota. O que torna todos os participantes acionistas do Fundo. Quanto maior a cota, maior o poder de voto de cada uma dessas nações.

Em caso de necessidade financeira é possível recorrer ao Fundo. Entretanto, isso também indicará que o país deverá respeitar uma série de recomendações do  FMI. Essas recomendações serão relacionadas ao gastos internos.

Fontes 1 e 2

Thaís Dias

Diferentão Cultural