“É importante que possamos enxergar aquilo que os outros não conseguem ver”

Visão tem a ver com premissas e processos

Pitchit. Este é o nome da competição de startups que criei no Vale do Silício e que se transformou mais tarde na HandsOn Startup Tour, maior competição de startups da Europa. Acompanhe essa história:

Em Outubro de 2013, no Vale do Silício, após frequentar muitos eventos e competições de startups, percebi que existia uma super oportunidade de criar um novo evento, baseado em duas grandes arestas que eu enxergava na maioria das competições daquele tipo: a) as apresentações eram feitas num tempo de 4 a 6 minutos e depois mais dois minutos de perguntas e respostas; b) os organizadores e promotores dos eventos estavam focados apenas no potencial técnico das startups e não em suas histórias.

Entendi que, com a minha experiência e habilidades, eu poderia criar um evento diferente, que resolveria ambos os problemas. Mais do que isso, pensei em criar uma competição global através da qual pudesse levar o modelo mental do Vale do Silício para o resto do mundo.

A minha primeira reunião foi com um francês que gostou da ideia e me perguntou onde eu já a havia testado. Respondi que havia feito muitos eventos no Brasil, mas nunca uma competição de startups e também nenhum evento nos EUA. Ele considerou minha ideia interessante, mas sugeriu que, em função da falta de experiência, eu nem tentasse. Naquele exato momento, a única resposta que veio a minha mente foi “desculpe-me, mas eu vou fazer a maior competição de startups do mundo”. Ele riu e me disse, por fim: “boa sorte. Espero que sim!”.

Ele não foi o único a me dizer que seria arriscado demais, mas o que fez a diferença é que eu acreditava na minha visão e isso era o suficiente para que eu fosse lá e fizesse acontecer. É claro que não foi fácil. Enfrentei várias barreiras, tinha poucos recursos disponíveis para começar, mas consegui contagiar pessoas e parceiros que, pela minha confiança e repertório de realizações, acreditaram em minha visão. A HandsOn Startup Tour só tem evoluído. Em sua terceira edição em 2016, além de contemplar mais países da Europa, passou a contar com novos e importantes parceiros globais e um outro patamar de investimentos que nos permitirá acelerar as startups vencedoras.

 

As Premissas:

  • Eu havia feito mais de 100 eventos em 10 cidades no Estado de SP (Brasil). Não seria impossível fazer 100 eventos em cidades ao redor do mundo. Eu apenas precisaria voar de avião e dormir em hotéis, pois o processo de busca por patrocinadores e parceiros, seria o mesmo (e foi!).
  • O tema startups estava em alta e muitos países do mundo haviam começado a falar sobre ele. Isso despertaria o interesse de pessoas e corporações para se juntarem ao evento.
  • Grandes empresas querem se relacionar com o tema. No Vale do Silício, é parte do dia a dia, mas na Europa, por exemplo, há dificuldade para as empresas estarem vinculadas ao mundo da inovação. Existe dinheiro disponível, procurando bons projetos.
  • Eu sei contar histórias. Com esta habilidade eu conseguiria atrair e reter boas startups, como também investidores e patrocinadores.

O início do processo: identifique seus recursos para saber até onde pode chegar com eles

Tem mais sobre o tema no meu podcast. Clica aqui para escutar  bit.ly/RBcast_AcrediteEmSuaVisao

Ou, é só baixar no seu app de podcast ;-)

Rodrigo Barros

Empreendedor, Comunicador e Escritor

#versaobeta #handsOn

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