Copa nos escritórios: Uma volta pelas diferentes áreas de Recursos Humanos das empresas para conhecer quais propostas estão realizando para aproveitar ao máximo este emblemático evento.

A Copa do Mundo é o momento ideal para gerar vínculos entre a empresa e seus funcionários, para gerar identidade e sentido de pertencimento compartilhado entre áreas e hierarquias distintas e inclusive entre companheiros de diferentes nacionalidades. Além disso, pela diferença de fuso horário com a Rússia, sede da Copa do Mundo FIFA 2018, a maioria dos jogos ocorrerão em meio ao expediente.

Copa nos escritórios

Frente a este cenário, no âmbito laboral, as empresas já planejam ações concretas. Com algumas iniciativas ainda por definir, os responsáveis de Recursos Humanos estudam como compatibilizarão as propostas para que rendam frutos em clima laboral e também a nível corporativo.

Estamos gerando diferentes propostas para que a equipe se sinta em casa durante todo o torneio. A cerimônia de abertura e todos os jogos poderão ser assistidos do escritório. Instalaremos um projetor no refeitório para que quando Brasil e Argentina se enfrentarem possamos assistir, todos cômodos. Vários integrantes da equipe são argentinos e queremos fazer com que eles se sintam como se estivessem em seu país”, destaca Romina Garacho, RH Manager da Real Trends, plataforma líder em ferramentas de análise e gestão para vendedores do Mercado Livre.

O Mundial resume uma quantidade de conceitos que as empresas habitualmente trabalham de forma interna, como trabalho em equipe, liderança ou “vestir a camisa”, e os jogos ou dinâmicas de grupo contribuem neste sentido.

Dave Curran, cofundador e COO da Love Mondays, plataforma na qual os profissionais avaliam as empresas onde trabalham, assinala que durante um evento do porte da Copa do Mundo, “sempre é bom observar outros aspectos e facetas de companheiros ou chefes que não conhecemos. É essa diversidade que enriquece os valores dentro de um grupo humano”.

É por isso que a plataforma não somente incentiva que dentro de cada lugar de trabalho se conceda um tempo aos funcionários para que assistam os jogos mais importantes, mas também prepararam seus próprios escritórios para que todos assistam ao Mundial.

Neste sentido, Garacho da Real Trends salienta: “Faremos um bolão interno, através de um aplicativo para empresas, e haverá importantes prêmios para os vencedores. Para os jogos teremos adereços e enfeites alusivos – tanto do Brasil, quanto da Argentina- e, segundo o horário em que seja a partida, haverá um petisco, café da manhã ou lanche para acompanhar”.

A RH Manager da Real Trends concorda e está segura que a Copa não afetará o desempenho: “além da possibilidade de ver os jogos do Brasil ou da Argentina, cada um seguirá desenvolvendo suas atividades normalmente, atendendo nossos usuários como de costume”.

A paixão pelo futebol também se traduz no marketing e nas ações comerciais. Pablo Croci da Increase – startup que otimiza empresas e negócios – comenta que “desde abril estamos trabalhando em uma campanha que tenha como eixo o incremento de vendas que um evento deste porte gera em alguns ramos comerciais”.

 “Do ponto de vista comercial lançamos diferentes promoções voltadas para a Copa, com importantes descontos tanto para clientes novos quanto para usuários que já utilizam a plataforma”, afirma Javier Goilenberg – CEO e Cofundador da Real Trends.

Outra startup que divide sua paixão – e sua sede – entre Brasil e Argentina é a Givoa, uma consultora dedicada a peritagem, assessoramento e taxação de obras de arte. Seu cofundador, Gustavo Perino, aponta que “ao viver imersos em uma realidade totalmente atravessada pelo futebol, é impossível não aproveitar este fenômeno para reforçar os vínculos no interior da empresa”.

O escritório da Givoa se encontra a metros da emblemática Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Aproveitando o espírito futebolista, decidiram promover um campeonato de futebol de areia durante o mês da Copa do Mundo. “Como nossa equipe é formada, em sua maioria, por brasileiros e argentinos, o time de RH propôs a realização do que seria um “mundialito” binacional. A ideia entusiasmou tanto homens quanto mulheres. Mas se a final da Copa for entre Brasil e Argentina, teremos que terminar o torneio antes, por motivos de força maior”, brinca Perino. 

Está claro que a Copa do Mundo da Rússia pode ser aproveitada para buscar tanto a união das equipes quanto novas oportunidades comerciais.

Sobre o convidado:

Daniel Salman

Consultor de mídia 

Rio de Janeiro, Brasil

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